Envolvido no escândalo dos 'aloprados' volta ao PT

Envolvido no episódio que ficou conhecido como escândalo dos "aloprados", Hamilton Lacerda voltou a integrar a lista de filiados do PT. Flagrado em 2006 transportando uma mala de dinheiro, que serviria para o pagamento por um dossiê contra tucanos, Lacerda teve sua nova ficha de filiação validada há cerca de um mês pelo Diretório Municipal do partido em São Caetano do Sul. Ex-coordenador de Comunicação da campanha do senador Aloizio Mercadante ao governo de São Paulo, ele havia pedido sua desfiliação em meio à repercussão negativa provocada pelo episódio.

Na época, os petistas Gedimar Passos e Valdebran Padilha - que junto com Lacerda ganharam de Lula o apelido de "aloprados" -, foram presos tentando adquirir o dossiê. Na época, Lacerda empenhou-se em negar as acusações e disse transportar na mala apenas material de campanha. A notícia sobre a volta do ex-assessor de Mercadante aos quadros petistas foi noticiada no sábado pelo jornal ABC Repórter, que circula na região do ABC paulista, e replicada pela imprensa local e nacional.

De acordo com o presidente do PT de São Caetano do Sul, Edgar Nóbrega, trata-se de uma demanda apresentada por setores ligados à antiga direção da sigla no município, renovada há algumas semanas. "Nós equacionamos esse pedido pois não estamos aqui para fazer luta interna. E não vemos nenhum problema na volta do Hamilton."
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Audiência pública vai tratar sobre carreiras da Fazenda

A Comissão de Finanças, Planejamento, Fiscalização e Controle da Assembleia Legislativa realiza na próxima quinta-feira (25), audiência pública para discutir os três projetos de lei complementares que tratam sobre as carreiras da Secretaria da Fazenda e que estão tramitando na AL. O encontro, segundo o presidente da Comissão e autor da proposta, deputado Nelson Marchezan Júnior, servirá para discutir melhor a questão já que "são projetos densos e merecem uma atenção especial da Comissão de Finanças". Estão previstas a participação de representantes do Poder Executivo e entidades representativas dos servidores. A audiência acontecerá no Plenarinho da Assembleia (3º andar), a partir das 9h30min.

Informações:

Gabinete Marchezan

Jaguarão, Santa Vitória e Rio Grande tem a gasolina mais cara do RS

Os motoristas do Rio Grande pagaram, na semana entre 7 e 13 de fevereiro, o maior valor no Estado na hora de encher o tanque com gasolina. A constatação é da Agência Nacional do Petróleo (ANP), que divulga um levantamento semanal em seu site (www.anp.gov.br). Naquele período, o preço médio do litro do combustível era de R$ 2,885. Com relação ao álcool, Rio Grande tem o 11º maior preço médio, com R$ 2,450. Segundo o levantamento da agência, a variação de preços também é baixa. No álcool, por exemplo, todos os 11 postos que compõem a pesquisa vendiam o produto exatamente pelo mesmo valor.A gasolina também apresentou pouca variação de preços. Dentre os 11 postos que apresentaram os valores, em 10 o valor era de R$ 2,890, enquanto apenas um apresentava preço diferente: R$ 2,840. A média em Rio Grande era de R$ 2,885. A segunda gasolina mais cara era encontrada em Jaguarão (R$ 2,850) e a terceira em Bagé (R$ 2,835). Novo Hamburgo tinha o menor preço, com R$ 2,493. No Estado, a média para o combustível ficou em R$ 2,610.No preço do álcool, em que a pesquisa ANP mostrou todos os revendedores vendendo a R$ 2,450, Rio Grande não ficou entre as 10 mais caras. O maior preço era encontrado em Jaguarão (R$ 2,585), seguido por Santa Rosa (R$ 2,537) e Santa Vitória do Palmar (R$ 2,534). O álcool mais barato era vendido em Chuí, a R$ 2,293. No Estado, a média estava em R$ 2,348.

Pesquisa da Furg
A Furg também acompanha os preços dos combustíveis no Município, através do Centro Integrado de Pesquisa (CIP), do Instituto de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis (Iceac). O levantamento mais recente é de janeiro, na semana entre 10 e 16 daquele mês. Segundo o CIP, Rio Grande era então a quarta cidade com maior preço médio da gasolina no RS. As três primeiras eram Santa Vitória do Palmar, Jaguarão e Bagé.Segundo relatório divulgado pelo centro e pesquisas, entre novembro de 2009 e janeiro de 2010, houve pouca variação de preço na gasolina. "Analisando o comportamento do preço médio ao consumidor, houve uma variação de R$ 2,78 a R$ 2,80. Nos demais meses da pesquisa, o preço médio dificilmente variava, estando sempre na faixa de R$ 2,75", aponta o relatório.Em relação ao álcool, no período compreendido entre 13 de dezembro de 2009 e 16 de janeiro de 2010, houve "significativas variações na concorrência, oscilando de 3,19% a 4,98%", aponta o CIP. Essas variações na concorrência ocorreram, principalmente, devido às importantes oscilações do desvio-padrão. Analisando o preço médio, há uma trajetória relativamente estável, oscilando apenas de R$ 2,09 a R$ 2,14.

Reunião termina sem acordo e reajuste para brigadianos segue ameaçado

O que os brigadianos pedem é diferente do que o governo oferece. Com esta frase é possível resumir o impasse em relação aos projetos que podem representar um aumento de salário para os policias militares do Estado.Nesta manhã um encontro no gabinete do presidente da Assembléia Giovani Cherini reuniu o líder do governo Adilson Troca, o comandante da Brigada Militar coronel João Carlos Trindade e três associações que representam a corporação.Mais uma vez as negociações emperraram em função da proposta do executivo que quer elevar a contribuição previdenciária dos brigadianos de 7,2 para 11%. O líder do governo diz que esta é uma exigência e que só depois disso é possível avançar em propostas de reajuste.Para o presidente da Associação dos Cabos e Soldados, Leonel Lucas, a postura do governo impede um avanço. Mesmo assim os deputados prometem trabalhar para apresentar uma proposta que contemple os servidores da Brigada Militar.
RÁDIO GAÚCHA

Apostador de suposto bolão premiado no RS diz que não joga mais na Mega-Sena

Um dos apostadores do Suposto Bolão premiado da Mega-Sena em Novo Hamburgo (RS) disse que nunca mais vai fazer um jogo da Mega-Sena. "Não aposto mais. Você acaba perdendo a confiança na loteria, mesmo querendo confiar. Bolão, então, nem pensar", disse o motorista Jadir de Quadros. Nesta quarta-feira (24), a Caixa Econômica Federal (CEF) poderá pagar um prêmio de R$ 61 milhões no concurso 1.156.

O motorista disse que também perdeu a confiança na CEF. "Já que neste país só o que leva uma pessoa para cadeia é o não pagamento da pensão alimentícia, já avisei minha ex-mulher que não depositarei mais a pensão de meu filho de 4 anos na Caixa. Já pedi para ela abrir conta em outro banco."

O dono da lotérica chegou, acompanhado do advogado, para prestar depoimento na delegacia de Novo Hamburgo, no começo da tarde desta quarta-feira. "A polícia também está ouvindo os nossos depoimentos de forma individual, mas vamos aproveitar para acompanhar a investigação, já que o responsável pelas apostas apareceu pela primeira vez", afirmou Quadros.

O delegado Clóvis Nei da Silva afirmou ao G1 que não há prazo para a conclusão do inquérito. Ele também está ouvindo o depoimento de cerca de dez apostadores nesta quarta-feira.

Prêmio de R$ 53 milhões
A advogada Jos Mari Peixoto, representante de 18 moradores de Novo Hamburgo (RS) que dizem ter participado do suposto bolão premiado, reafirmou nesta quarta-feira que pretende pedir o bloqueio de R$ 53 milhões na Justiça.
Ela explicou que esse seria o valor correspondente ao prêmio que os apostadores do bolão teriam direito. O pedido de bloqueio não tem nenhuma relação com os próximos sorteios da Mega-Sena, inclusive o desta
quarta-feira.
“Existe a possibilidade de pedirmos o bloqueio, mas isso não envolve nenhum sorteio da Mega-Sena. Queremos apenas que esse dinheiro seja reservado. Mas por se tratar de um banco, não haverá problema para meus clientes receberem o dinheiro depois, se for uma decisão da Justiça”, disse ao G1.
A advogada afirmou que não há prazo para entrar na Justiça. “Nós vamos mover a ação contra a Caixa Econômica Federal e contra a lotérica. Mas ainda tenho que fazer mais reuniões com meus clientes. Esperamos entrar na Justiça o mais rápido possível”, afirmou.

Bolão proibido
A Caixa Econômica Federal informou que
não autoriza a organização de bolões pelas lotéricas. De acordo com a assessoria do órgão, os estabelecimentos são fiscalizados e sofrem penalidades em caso de irregularidades. De acordo com a assessoria, a fiscalização é realizada pelos Consultores Regionais lotados nas Superintendências Regionais da Caixa e também pelos Auditores Regionais da Caixa. O órgão também diz que realiza controle de qualidade dos volantes utilizados para a marcação dos números pelo apostador.

CAFÉ COM NOTÍCIAS

— Caixa Federal suspende serviços em lotérica investigada por suposto bolão premiado da Mega Sena no Vale do Sinos.
— Oposicionista vai relatar processo de impeachment do governador do DF afastado.
— Ex-chefes da Casa Militar do governo do Estado entre 1995 e 2009 foram intimados hoje a prestar esclarecimentos ao Tribunal de Contas.
— Cerca de 20 mil clientes da CEEE estão sem luz na Capital e Região Metropolitana de Porto Alegre.
— Susepe adota medidas emergenciais para conter número de fugas de Instituto Penal em Venâncio Aires.
— A Susepe tem 10 dias para apresentar um plano de melhorias do presídio de Jaguarão.
— Metade dos adolescentes infratores do Estado segue internada em unidade da Capital.
— Polícia gaúcha prende em Santa Catarina integrante de quadrilha de roubo de caminhões na Região Metropolitana de Porto Alegre.
— Sete bairros ficarão sem água nesta terça-feira, em Viamão.
— Combate ao mosquito da dengue será intensificado em todo o Rio Grande do Sul.
— Mais de 30 búfalos morreram eletrocutados em um sítio em Taquara, no Vale do Paranhana.
— Fretes ficarão mais caros em março.
— Prefeitura de Porto Alegre pretende construir 50 km de ciclovias até a Copa de 2014.
— Casos de Dengue em Ijuí alertam autoridades da região.
— Porto-alegrenses poderão acompanhar gastos da prefeitura pela internet.
AGÊNCIA RBS