ÚLTIMAS DO JAGUAR



Hoje foi publicado em alguns jornais da região que os prefeitos estariam preparando um manifesto para amanhã na tentativa de pressionar o Governo Federal, entre as principais reivindicações está a solicitação de um décimo terceiro repasse, tanto do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) quanto do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Fica difícil de acreditar que as cidades governadas pelo PT participem dessa manifestação, já que durante toda campanha eles diziam que o alinhamento entre partidos a nível municipal, estadual e federal era  quase que obrigatória para desenvolver os municípios. Agora é só pegar o telefone e ligar para Senhora Presidente Dilma, e dizer que o município é do PT, tenho certeza que ela vai atender de imediato, e as maquinas vão voltar, o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) será repassado imediatamente e um Décimo Terceiro repasse será encaminhado ao município ainda nessa semana...  A final de contas quem votou no PT, votou porque acreditou que tendo o partido da Presidenta na prefeitura seria muito melhor... E agora?


A bomba esta prestes a explodir no Palácio da Rainha Dilma.

Integrantes do PT entraram em ação nas últimas 48 horas para tentar acalmar a ex-chefe do escritório da Presidenta Dilma,  Rosemary Nóvoa de Noronha, que está abalada com a perda do cargo e com o indiciamento por parte da Polícia Federal (PF) por suspeita de envolvimento com uma quadrilha que traficava pareceres técnicos.
Rosemary teve seus telefones grampeados e a memória de seus computadores está sendo vasculhada pela PF. Por isso, de acordo com informações de petistas, uma operação "acalma Rose" foi deflagrada para dar suporte a ela.
Segundo eles, Rosemary é conhecida por sua instabilidade emocional. Ela chora a todo instante e, em alguns momentos, chega a fazer ameaças, dizendo que não verá sua vida ser destruída sem fazer nada. "Não vou cair sozinha", avisou.



Dilma versus PT

Governo e oposição estão em crise, mas por razões opostas: a oposição por fraqueza, falta de rumos e objetivos; o governo, paradoxalmente, por estar apoiado por um partido mais forte que ele, o PT, ao qual não faltam nem rumos, nem objetivos.
Em setembro do ano passado, falando a sindicalistas petroleiros na Bahia, José Dirceu, considerava que a eleição de Dilma Roussef era ainda mais importante que a de Lula.
“Ele (Lula) é duas vezes maior que o PT", dizia, enquanto Dilma representaria “a chegada do projeto partidário ao poder”.
Lula, liderança carismática, teria sido uma etapa de “acumulação de forças” do partido, permitindo que superasse resistências e chegasse ao governo federal.
Para tanto, gozou de uma certa licença ideológica, levando o partido a concessões que, com Dilma, teriam que ser suprimidas.
O discurso é longo e foi feito sem que o orador soubesse da presença de jornalistas no local, o que faz supor que falou sem inibição, a um público de adeptos.
Na ocasião, fez menção à liberdade de imprensa, que vê com restrições, e as repercussões se limitaram a esse quesito de sua fala.
O ponto central, no entanto, é a preponderância do PT sobre a presidente, o que pressupõe estado de tensão permanente entre ambos, que já se manifestou (e continua) no preenchimento de cargos no governo.
Dilma não é uma petista histórica. Veio do PDT de Brizola. Há afinidades de pontos de vista, mas não necessariamente comunhão plena de ideias e métodos.

A MORTE DO LIDER.

No século passado nasceu um dos políticos mais polêmicos de Jaguarão. Começou a destacar-se por seus discursos fortes e cobranças infindáveis. A cada reunião no legislativo, lá estava ele, tomado pela humildade que o caracterizava, pela surrada camisa vermelha que fazia questão de repetir varias vezes na semana. Seus alvos preferidos eram os vereadores dos partidos de direita e o saudoso Ex-prefeito, chamado muitas vezes de “coronel bombachudo” representante da casta mais abastada da cidade.

O político da camisa vermelha e da estrela eternizada na lapela não deu folga aos políticos tradicionais e ao prefeito tradicionalista. A cada sessão da câmara, um questionamento a mais, uma denuncia, várias cobranças.

Todo esse cenário aos poucos foi transformando o vereador que se orgulhava em externar que calçava as sandálias da humildade em um representante legitimo dos menos favorecidos, dos oprimidos, daqueles que já haviam perdido a esperança na revolução social.

Com discursos que ressuscitavam grandes nomes do socialismo, o vereador foi conquistando adeptos e descontentes, transformando seu pequeno partido da estrela em uma grande esperança e a vida de muitos políticos da cidade heróica em um verdadeiro pesadelo.

As audiências no legislativo eram praticamente pautadas pelos discursos fervorosos do homem simples que surgia da vila, com o propósito de mudar a história política da fronteira, que há muito estava sob o comando da direita conformista, elitista e por conseqüência dominante.

 O vereador tinha como principal fonte de estudos livros socialistas e comunistas. Trotsky, Lênin e Stálin eram seus exemplos de lideranças. Em suas doutrinas estavam os caminhos a serem seguidos em busca da salvação para as questões sociais da cidade, que aos poucos se via mergulhada no desemprego e na desigualdade.   
 
Vendendo o perfil de irrefutável conduta, sempre se mostrou detentor da ética e da moral, e pregava literalmente a crucificação como castigo aqueles que ousassem não deter tais virtudes. Quase o dono da verdade absoluta...

E assim, não tardou o vereador do povo chegar ao poder maior da cidade, liderando uma revolução com palavras, ganhou a confiança de muitos, manipulou com sapiência, os esclarecidos, os poucos esclarecidos e os que não tinham esclarecimento algum.


Forjou amizades e amores antes impossíveis, nomeou como seus advogados o próprio povo, aboliu a palavra prefeito, preferindo ser chamado simplesmente pelo nome ou, o oficio que deu inicio a sua vida ”Professor”

Logo a vitória... O reconhecimento estava ao seu prazer, e daqueles que acreditaram no triunfo, na igualdade, no sentido nobre dos contos do menino pobre, marginalizado, excluído, que chegara ao poder pela força que emana do povo.

Mas o tempo e a política são linhas tênues e se fundem no decorrer do processo, o dinamismo com que se transformam os líderes e as idéias é imperceptível. 


O ser humano, a política, e os discursos, são mutáveis. Principalmente para os que acreditam em contos, para os que se julgam minoria, para os que pregam o poder absoluto, unânime, eterno, e para os que acreditam que apenas palavras são suficientes para transformar o mundo.


O poder antes tão perseguido, não se transformou em algo sublime, a desigualdade não teve mais tanto interesse, nem as pessoas, nem os projetos, nem as vilas, nem mesmo a cidade.   

O vereador que tanto se orgulhava de calçar as sandálias da humildade, agora não era tão humilde assim, e percebeu tardiamente que deveria ser chamado de prefeito, que deveria rever conceitos, e que nem tudo era de todo errado como acreditava, nem tudo era diálogo. Mesmo contrariado descobriu que não poderia mudar o mundo somente com palavras e que gestos e ações lhe faltavam, pois nunca os teve.

A revolta e as inconformidades não tardaram, as cobranças, oposição, antes fundamento maior de sua luta, agora seus maiores problemas.

E o Povo? E os seguidores, que acreditam no salvador da pátria? Que acreditaram que era possível desenvolver a cidade sem pedir ajuda externa, sem buscar recursos, vivendo em um município onde apenas a arrecadação seria suficiente, como se fosse um país repleto de embargos, uma Cuba nem tão livre.


Não foi tudo como esperado. Não somos uma Cuba, nem temos essa vocação, somos sim capitalistas e vivemos em um mundo como tal.

O maior pecado do agora prefeito foi acreditar que não seriam necessário recursos, nem ser chamado de prefeito, nem desenvolvimento, nem cumprir as promessas...

Morre um engano, um líder que muitos acreditavam, mas não existiu. Outros devem nascer, mas saberão que na política nem tudo são contos, histórias, e que muitos sonhos são pura utopia!

Humildade é uma grande virtude, mas quando vem acompanhada da sabedoria...

SONHANDO COM A MORTE!!!

Caros leitores, Hoje eu tive um sonho, daqueles que desejamos continuar no outro dia, e que, quando acordamos, tentamos de todas as formas voltar a dormir, na esperança de dar continuidade às aventuras fictícias que o sonho nos proporcionou.
O incrível de tudo isso, é que sonhei que havia morrido... É isso mesmo, morrido, espantado?
Pois é... Eu também ficaria.
Mas vamos ao sonho, a final não é todos os dias que morremos. Descobri algumas coisas interessantes, que perturbavam meus pensamentos, em perguntas constantes, uma delas é que o inferno é apenas um mito, na verdade ele não existe, pelo menos na minha morte, ele se quer apareceu.

Cheguei ao entardecer na porta do céu, como toda a portaria, lá estava alguém pra me receber, um homem velho aparentemente uns 70 anos, cabelos brancos e um olhar amável, tipo olhar de vendedor de livros, simpático e convincente... Nada de chaves e são Pedro.
Perguntou meu nome, anotou em uma prancheta dourada, e me convidou a entrar, fez um gesto de siga-me... E serenamente fui acompanhado seus passos. Levou-me para um campo verde, tipo pampa primaveril, o horizonte era claro e de uma perfeição já mais vista antes, pediu-me que sentasse e que aguardasse por algum tempo.
Acomodei-me sobre a grama verde e fofa, como se terra não houvesse, apenas pasto nada mais. Percebi que ao longe, alguém se aproximava vagarosamente, aos poucos fui vendo que se tratava de um homem que carregava uma pasta preta e uma bola embaixo do braço, logo percebi que já havia visto aquele homem, mas devido a longa viajem, ainda estava um pouco confuso com tudo que estava ao meu redor.

O companheiro de céu sentou-se ao meu lado e perguntou:

-Você não é de Jaguarão?

-Sim, respondi! Sou.

Depois de alguns segundos, ao reconhecer o morador da minha mais nova morada, exclamei!

-E você, é o Mario, eu te conheço, lembro de você quando ficava peneirando a bola na praça do centro da cidade, você ainda usa uma meia de cada cor...

O homem deu uma longa gargalhada e com grande satisfação disse:

-Sim sou eu mesmo, estou aqui há bastante tempo, e outros da cidade estão por aqui.

Nessa hora, bateu-me uma curiosidade de perguntar por mais pessoas que já haviam morrido, mas me contive apenas em escutar o vidraceiro Mario.

Já sentado ao meu lado, ele começou a fazer algumas perguntas...

-E ai? Como está nossa cidade? Os castelhanos seguem invadindo em busca das nossas mercadorias?

Queria muito mentir, para não contrariar as belas lembranças que ele havia guardado da nossa cidade, mas lembrei que estava no céu e que mentir talvez não fosse permitido, talvez meu nariz crescesse ou coisa assim... Então fui direto as respostas tentando ser o mais sincero possível, ou melhor, Franco com o Franco, literalmente...

-Na verdade não recebemos mais os castelhanos, muitas coisas mudaram e agora somos nós que invadimos o Uruguai em busca de mercadorias...

-Como assim? Isso é impossível, não consigo ver minha Jaguarão, sem o formigueiro dos Hermanos pelas ruas e calçadas da Rua Uruguai, Barão do Rio Branco e beira da ponte.

-É eu sei, mas muitas coisas mudaram como te falei, agora existe um tal de Free Shopping, que atrai milhares de Brasileiros, e os preços são imbatíveis.

-Tudo bem, mas e a JH Santos, As Casas Buri, A Modesta, A Casa Brasil, O Mercado Mauá, O Oscar Perez, a Rádio Luz, o Super Jepsem, Moderna, Cooperativa de lãs, como estão as nossas lojas?

-Na verdade de todas que você falou só a Rádio Luz ainda permanece aberta, o resto não existe mais.

-Mas nem faz tanto tempo assim que sai de lá, e tudo estava em pleno funcionamento, eram meus clientes, eu trocava e colocava vidros pra todos.

-Sei, mas infelizmente, nossa fronteira passa por momentos difíceis.

-Tudo bem, às vezes algumas coisas mudam, aqui no céu também temos mudanças, mas e o nosso futebol? Esse não pode ter mudado nossos times, Olaria, Pindorama, Cruzeiro, o grande time de salão Navegantes, como estão?

-Mario, velho Mario... Se é que posso chamá-lo assim?

-Claro... Pode sim.

-Nosso futebol, também não é o mesmo, o campo do Olaria virou um bairro, o Navegante e o Cruzeiro nem se quer existem, e o Pindorama e o Florestal nem campo tem mais.

-Olha amigo, você sabe que no céu não é permitido mentiras, e não estou acreditando que tenha mudado tanto assim. Só falta você dizer que os Sem Terras invadiram Jaguarão!

-Tentaram meu amigo, mas como a coisa estava muito ruim, que resolveram deixar a cidade... Nem eles aguentaram. Sei que é difícil amigo Mario, mas estou falando a verdade.

-Bem vamos lá e os nossos bailes, como estão? Caixeiral, Salão da Kennedy, Salão do Pindorama, Dance Star, Suburbano.

-Fico sem jeito de te falar...

-Como Assim? Vai dizer que também não existem mais! Rsrsrs.

-No caso do Caixeiral, o prédio foi leiloado e o clube não existe mais, e os outros, só ficaram na saudade...

-Espera ai... Você esta falando sério? E aquele monte de gente que lotavam todos os clubes, onde dançam nos finais de semana?

-Sim, estou sim... E hoje, dois locais são suficientes para a cidade, e assim mesmo, só lota em inicio do mês.

-E a política, quem está no Governo da nossa cidade? O PDS, PFL ou PMDB?

-Nem um, nem outro quem está é o PT, o partido de esquerda, o do barbudo Lula, lembra? Ele agora também é o Presidente do Brasil.

-Meu amigo desculpa, mas agora vejo que você não é de Jaguarão, você deve ser de Nova Bréscia, cidade dos concursos de mentiras.

-Mas amigo não estou mentindo...

-Sei, eu também sou colorado desde criancinha... Adeus pra ti... Tenho mais o que fazer...

-Amigo Mario... Espera ai, com quem posso falar pra me acomodar por aqui?

-É só você mentir que veio do inferno, rsrs...

Que pena, antes de convence-lo eu acordei..

Renato Jaguarão.

MORRE UM LIDER EM JAGUARÃO - CRÔNICA


No século passado nasceu um dos políticos mais polêmicos de Jaguarão. Começou a destacar-se por seus discursos fortes e cobranças infindáveis. A cada reunião no legislativo, lá estava ele, tomado pela humildade que o caracterizava, pela surrada camisa vermelha que fazia questão de repetir varias vezes na semana. Seus alvos preferidos eram os vereadores dos partidos de direita e o saudoso Ex-prefeito, chamado muitas vezes de “coronel bombachudo” representante da casta mais abastada da cidade.

O político da camisa vermelha e da estrela eternizada na lapela não deu folga aos políticos tradicionais e ao prefeito tradicionalista. A cada sessão da câmara, um questionamento a mais, uma denuncia, várias cobranças.

Todo esse cenário aos poucos foi transformando o vereador que se orgulhava em externar que calçava as sandálias da humildade em um representante legitimo dos menos favorecidos, dos oprimidos, daqueles que já haviam perdido a esperança na revolução social.

Com discursos que ressuscitavam grandes nomes do socialismo, o vereador foi conquistando adeptos e descontentes, transformando seu pequeno partido da estrela em uma grande esperança e a vida de muitos políticos da cidade heróica em um verdadeiro pesadelo.

As audiências no legislativo eram praticamente pautadas pelos discursos fervorosos do homem simples que surgia da vila, com o propósito de mudar a história política da fronteira, que há muito estava sob o comando da direita conformista, elitista e por conseqüência dominante.

 O vereador tinha como principal fonte de estudos livros socialistas e comunistas. Trotsky, Lênin e Stálin eram seus exemplos de lideranças. Em suas doutrinas estavam os caminhos a serem seguidos em busca da salvação para as questões sociais da cidade, que aos poucos se via mergulhada no desemprego e na desigualdade.   


Vendendo o perfil de irrefutável conduta, sempre se mostrou detentor da ética e da moral, e pregava literalmente a crucificação como castigo aqueles que ousassem não deter tais virtudes. Quase o dono da verdade absoluta...


E assim, não tardou o vereador do povo chegar ao poder maior da cidade, liderando uma revolução com palavras, ganhou a confiança de muitos, manipulou com sapiência, os esclarecidos, os poucos esclarecidos e os que não tinham esclarecimento algum.


Forjou amizades e amores antes impossíveis, nomeou como seus advogados o próprio povo, aboliu a palavra prefeito, preferindo ser chamado simplesmente pelo nome ou, o oficio que deu inicio a sua vida ”Professor”


Logo a vitória... O reconhecimento estava ao seu prazer, e daqueles que acreditaram no triunfo, na igualdade, no sentido nobre dos contos do menino pobre, marginalizado, excluído, que chegara ao poder pela força que emana do povo.

Mas o tempo e a política são linhas tênues e se fundem no decorrer do processo, o dinamismo com que se transformam os líderes e as idéias é imperceptível. 


O ser humano, a política, e os discursos, são mutáveis. Principalmente para os que acreditam em contos, para os que se julgam minoria, para os que pregam o poder absoluto, unânime, eterno, e para os que acreditam que apenas palavras são suficientes para transformar o mundo.


O poder antes tão perseguido, não se transformou em algo sublime, a desigualdade não teve mais tanto interesse, nem as pessoas, nem os projetos, nem as vilas, nem mesmo a cidade.   


O vereador que tanto se orgulhava de calçar as sandálias da humildade, agora não era tão humilde assim, e percebeu tardiamente que deveria ser chamado de prefeito, que deveria rever conceitos, e que nem tudo era de todo errado como acreditava, nem tudo era diálogo. Mesmo contrariado descobriu que não poderia mudar o mundo somente com palavras e que gestos e ações lhe faltavam, pois nunca os teve.


A revolta e as inconformidades não tardaram, as cobranças, oposição, antes fundamento maior de sua luta, agora seus maiores problemas.


E o Povo? E os seguidores, que acreditam no salvador da pátria? Que acreditaram que era possível desenvolver a cidade sem pedir ajuda externa, sem buscar recursos, vivendo em um município onde apenas a arrecadação seria suficiente, como se fosse um país repleto de embargos, uma Cuba nem tão livre.


Não foi tudo como esperado. Não somos uma Cuba, nem temos essa vocação, somos sim capitalistas e vivemos em um mundo como tal.

O maior pecado do agora prefeito foi acreditar que não seriam necessário recursos, nem ser chamado de prefeito, nem desenvolvimento, nem cumprir as promessas...

Morre um engano, um líder que muitos acreditavam, mas não existiu. Outros devem nascer, mas saberão que na política nem tudo são contos, histórias, e que muitos sonhos são pura utopia!


Humildade é uma grande virtude, mas quando vem acompanhada da sabedoria...

Por Renato Jaguarão

Jaguarão - Receita apreende veículo com bebidas e arma de fogo


Agentes da Inspetoria da Receita Federal em Jaguarão, em uma ação conjunta com a Polícia Rodoviária Federal de Pelotas, abordaram e apreenderam um veículo Spacefox, com placas de Caxias do Sul, RS, transportando mercadorias contrabandeadas. A ação ocorreu na manhã de hoje, 10, na BR-116, no quilômetro 645 da rodovia.

A bordo do veículo foram encontrados e apreendidos 60 litros de whisky, 24 litros de tequila, dois perfumes, um binóculo e um revólver calibre .32. O valor estimado da apreensão em mercadorias é de R$ 2 mil, que, somados ao valor aproximado do carro, chega ao montante de R$ 42 mil.

O condutor do veículo foi encaminhado à Polícia Civil de Jaguarão e conduzido ao presídio local pelo crime de porte ilegal de arma de fogo, além de ser autuado e representado junto ao Ministério Público Federal pela prática do crime de contrabando e descaminho.