OPINIÃO DO LEITOR

@ Adoraria abraçar a nossa querida Enfermaria juntamente com nossa vereadora, mas primeiro me sinto na obrigação de abraçar nossos postos de saúde com suas filas indignadoras, abraçar nossa Santa Casa que há anos pede socorro, abraçar as fedorentas valetas que seguem cheirando muito mal em frente as nossas casas, abraçar a prometida segunda ponte, os cata ventos etc... uma pena que acredito que não chegaria a tempo para contemplar e participar desse digníssimo evento do abraço pois de onde moro em direção a enfermaria, posso cair num grande abraço de um buraco gigante que existe a 2 quadras da enfermaria.
Cuidado pessoal que vocês também pode cair nesse abraço.
Por sinal, quero aproveitar e cumprimentar a Vereadora que pela primeira vez desde que assumiu teve um momento de lucidez, lançando Renato Jaguarão para Presidente da República no programa do Ruba.
Com certeza a Vereadora já deve está fazendo a campanha do Renato, que no conceito de muitos jaguarenses poderia sim ser o nosso presidente, pois cumpre o que promete, enquanto os que se elegeram até hoje nada c cumpriram.
Espero que os R$ 100.000,00 do projeto sejam bem destinado, pois estamos de olho e vamos cobrar que a obra da Enfermaria realmente se concretize, caso contrario, a atual administração terá um grande problema nas mãos, pois deixou de investir o dinheiro em prioridades como a saúde pra pagar um projeto que se quer tem a garantia de recurso para a obra.
Há! só para lembrar, quero informar que os Europeus conforme O Secretario de turismo, falou em entrevista a SAT TV , querem além de um museu para visitar, saúde e segurança, não vou nem comentar a questão de Dormitórios e Infraestrutura de acesso as ruínas.
Já pensou o turista que tiver um problema de saúde, ter que se deslocar até pelotas para uma emergência, sinceramente não sei se chegará vivo, pois hoje a nossa população tem que fazer essa viagem sempre que precisa de um atendimento especial, pois nem anestesistas temos.
Por fim, quando os vereadores do PT decidirem abraçar os principais e maiores problemas da nossa cidade, ai sim estarei pronta para participar do ato, pois museu é muito bom, mas para visita-lo necessitamos ter saúde e emprego, que até hoje estamos esperando, nem a venda de rapadurinhas e de alfaces está funcionando.

CRISTIANE ...

Universidade Federal de Pelotas confirma Enem

Candidatos à UFPel terã no exame a única forma de acesso

Candidatos aos cursos da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) terão de utilizar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que será aplicado nos dias 3 e 4 de outubro, para ingressar na instituição a partir de 2010.Ao adotar o exame como única forma de acesso, a universidade sofreu uma ação do Ministério Público Federal que proibiu, em decisão liminar, o uso do exame.
A instituição recorreu da decisão e ganhou a causa com o argumento da autonomia universitária.

Solidariedade com Jaguarão e com o Brasil - vejam amigos as artimanhas do pt desmascaradas por um cidadão Jaguarense

Caros Cidadãos Jaguarenses, Fico muito preocupado quando as informações e notícias são passadas de forma alterada para a população, pois uma informação errada pode muitas vezes "SE PASSAR" por uma verdade, ou pior, pode prejudicar pessoas que realmente querem cumprir seu papel e nossa sociedade.
Recebi o e_mail abaixo de uma amiga, que acredita realmente no que está escrito, mas o que mais me espantou e a forma como o assunto é colocado.

Onde a responsabilidade pela vinda ou não do Museu do Pampa é colocado nas costas de dois vereadores, um do PMDB e o outro do PTB, pois os dois pediram vistas ao projeto que pretende pagar os serviços de um arquiteto para a ANÁLISE DE VIABILIDADE a instalação do museu, conforme discutido em sessão da Câmara do dia 03/Agosto/2009.


Vejam bem, como as coisas são colocadas.


O texto ainda faz menção a um endereço eletrônico que relata uma matéria sobre o assunto da vinda do Museu para Jaguarão. Copiei uma parte da matéria que vai abaixo: "O secretário de Cultura de Jaguarão, Carlos José Machado, informa que a prefeitura já contratou o arquiteto paulista Marcelo Ferraz para elaborar o projeto do Museu do Pampa, que deverá estar concluído até outubro. Ferraz visitou recentemente Jaguarão. Localizado na fronteira com o Uruguai, o município surgiu em 1802, com um acampamento militar montado às margens do rio Jaguarão pelo tenente-coronel Manuel Marques de Sousa. Em 6 de julho de 1832, foi elevado à condição de vila. As ruínas da Enfermaria Militar, onde será construído o museu, estão situadas no ponto mais alto da cidade, em um terreno rochoso conhecido como Cerro da Pólvora ou Cerro da Enfermaria." conforme site http://www.defender.org.br/museu-do-pampa-sera-instalado-em-jaguarao.


Bem agora algumas informações:


- Se o que tramita na câmara é apenas a liberação de uma verba para um projeto de viabilidade, isso não significa que o Museu será instalado em Jaguarão, é uma possibilidade.


- Se a verba de R$ 100.000,00 é de obras e instalações tem um motivo, na maioria dos contratos e convênios entre os poderes públicos municipais e o governo estadual e federal, existe uma coisa chamada contra-partida, que é uma parcela de dinheiro que o município tem que aplicar na realização da obra, obrigatóriamente.


-Conforme declaração dada pelo executivo municipal ao site http://www.defender.org.br/museu-do-pampa-sera-instalado-em-jaguarao, essa contratação já foi feita, inclusive o arquiteto visitou Jaguarão, e definiu prazo para conclusão do projeto. O que parece e que agora não tem como pagar o serviço, que já foi contratado, será isso??.


- O que cria mais uma dúvida, se já foi contratado o serviço, COMO FOI EMPENHADA A DESPESA?????, Pois os órgão públicos tem que obrigatoriamente realizar uma pesquisa de preços (licitação), para comprar ou contratar quaquer tipo de material ou serviço, salvo casos muitos especiais, de calamidade pública e comoção nacional, conforme a constituição.


-Em nenhuma parte da matéria divulgada no site http://www.defender.org.br/museu-do-pampa-sera-instalado-em-jaguarao, diz que perderemos o direito a sediar o museu, apenas se comenta que a cidade de Livramento perdeu esse direito, por ter feito um mausoléu sem autorização prévia do Iphan.


- AGORA O PIOR - UM CHAMAMENTO PÚBLICO PARA UM ABRAÇO NA ENFERMARIA. Não sou de maneira nenhuma contra o museu do Pampa em Jaguarão, pelo contrário, acho válido e importânte.Mas que as coisas sejam ditas de maneira clara para o povo.

Que se diga que é apenas um projeto de viabilidade ( e não colocar a responsabilidade em vereadores de oposição);Que o dinheiro (R$ 100.000,00) é para pagar um serviço que já foi contratado ( mesmo que tenha sido feito de forma errada);Que resgatar nossa história é importânte (mas apenas uma festa de abraço na enfermaria, que muitos de nós não conhecemos a origem, e que deixamos ser depredada pela própria comunidade em meados dos anos 70 não vai resolver); Amigos, enquanto nós, o povo, aceitarmos informações que não são corretas como se fossem verdades absolutas, as coisas não vão mudar. Apoiar o museu do Pampa é válido, mas de maneira correta e legal, dentro dos preceitos da ordem e da justiça social. Afinal de contas parte desses R$ 100.000,00 que serão usados para o pagamento do arquiteto paulista Marcelo Ferraz, SAIU DOS IMPOSTOS QUE EU PAGO.



Agardecido pela atenção


Piratini emite nota sobre ação de procuradores e critica MPF

Yeda diz ter plena confiança na Justiça e que acompanha com serenidade os acontecimentos

Em nota oficial emitida na noite desta quarta-feira, o governo do Estado afirma que o anúncio feito por procuradores do Ministério Público Federal (MPF), em entrevista coletiva, do ajuizamento de ação de improbidade administrativa contra vários agentes públicos, deixou estarrecidos todos quantos defendam o estado democrático de direito, que é fundamentado em liberdades, direitos e deveres pelos quais as instituições republicanas devem zelar. O texto prossegue chamando atenção para o fato de que as pessoas citadas publicamente pelo Ministério Público sequer conhecem a ação a que terão de se defender. No referido anúncio — conforme diz a nota —, são chamados precipitadamente de réus a governadora do Estado, assim como outros cidadãos brasileiros, sem que qualquer ação penal tenha sido ajuizada.
E mais: no entendimento do Supremo Tribunal Federal nem caberia ajuizamento da ação de improbidade administrativa à governadora, agente político que é. Certamente, os membros do Ministério Público Federal não desconhecem esse entendimento e, portanto, excederam-se ao ajuizar uma ação visivelmente inadequada". No entendimento do governo do Estado, é inacreditável que cidadãos agentes públicos possam ser atacados por outros agentes públicos sem serem notificados dos fatos que lhe são imputados.
Em nome de todo o governo, Yeda Crusius reafirma que apoia toda e qualquer investigação que siga o rito processual do direito brasileiro. Reitera também sua plena confiança na Justiça e que acompanha com serenidade os acontecimentos. E afirma ainda que aguarda o momento para mostrar a inteira correção dos atos praticados, lamentando o episódio patrocinado por membros do Ministério Público. — A recuperação administrativa e financeira do Rio Grande do Sul é a prova da seriedade, honestidade e probidade com que o Estado é gerido — destaca.
As informações são do site do governo do RS.

Confira a íntegra da nota:
Nota de esclarecimento público Diante da manifestação feita na forma de entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (05), em Porto Alegre, por procuradores do Ministério Público Federal (MPF) no Rio Grande do Sul, o Palácio Piratini esclarece à população gaúcha o que segue:
1. O anúncio de que nesta tarde estaria sendo ajuizada ação de improbidade administrativa contra vários agentes políticos e públicos, deixou estarrecidos a todos quantos defendem o estado democrático de direito, que se fundamenta em liberdades, direitos e deveres pelos quais as instituições republicanas devem zelar. Isto porque, com perversidade, não deram a conhecer os elementos da ação para que os citados publicamente possam se defender.
2. No referido "anúncio", são chamados precipitadamente de réus a governadora do Estado e outros cidadãos brasileiros, sem que qualquer ação penal tenha sido ajuizada. E mais, no entendimento do Supremo Tribunal Federal nem caberia ajuizamento da ação de improbidade administrativa contra a governadora, agente político que é. Certamente, os membros do Ministério Público Federal não desconhecem esse entendimento e, portanto, excederam-se ao ajuizar uma ação visivelmente inadequada.
3. A governadora do Estado, pela técnica do chamamento de entrevistas coletivas, continua sendo acusada por agentes públicos de estado, os de hoje membros do MPF, sem que as razões da acusação sejam conhecidas, num triste espetáculo criado por aqueles que deveriam ser os fiscais da lei e que trocaram a discrição pelo exibicionismo, e a ação própria da função, pela montagem de um verdadeiro circo político, a serviço de interesses outros que não a busca da verdade ou a defesa do estado democrático de direito.
4. Chega a ser inacreditável que cidadãos possam ser atacados por agentes públicos sem serem sequer notificados dos fatos que lhes são imputados, divulgados de forma irresponsável e sensacionalista como o foram hoje. Pior é tentar moldar a opinião pública e trazer insegurança à população, buscando manipulá-la a partir de pretensas informações como a possibilidade de indisponibilidade de bens, de afastamento dos citados de seus cargos eletivos, quando a citada ação - não criminal, e sim cível - nem mesmo chegou ainda a ser admitida pelo Poder Judiciário.
5. Toda essa situação gerada por membros do MPF causa perplexidade, pois há um episódio no qual os fundamentos de fato não são conhecidos, mas os políticos são evidentes e perversos.
6. A recuperação administrativa e financeira do Rio Grande do Sul é a prova da seriedade, honestidade e probidade com que o Estado é gerido.
7. Por fim, cabe esclarecer à opinião pública que a governadora Yeda Crusius reafirma, em nome de todo o Governo que chefia, seu apoio a toda e qualquer investigação que siga o rito processual do direito brasileiro, e que tem plena confiança na Justiça. Portanto, acompanha com serenidade os acontecimentos e aguarda o momento para mostrar a inteira correção dos atos praticados, lamentando este episódio patrocinado por membros do MPF.
Porto Alegre, 5 de agosto de 2009.

ZEROHORA.COM

MINISTRO DA CULTURA E AS PROMESSAS EM 2005

Pronunciamento do ministro Gilberto Gil em 2005 em Bagé

BAGÉ, 28 DE NOVEMBRO DE 2005


Prezado senhor prefeito Luiz Fernando Mainardi. Prezado senhor Luiz Fernando de Almeida, coordenador nacional do Programa Monumenta. Prezada senhora Ana Lúcia Meira, superintendente regional do Iphan no RS. Prezado senhor Roque Jacobi, secretário de Estado da Cultura do RS. Prezado senhor José do Nascimento Júnior, diretor de Museus e Centros Culturais do Iphan.Demais autoridades presentes
Boa tarde a todas e a todos.
Mais uma vez tenho a satisfação de vir ao Rio Grande do Sul como ministro da Cultura para celebrar mais um momento cultural que demonstra a força do povo gaúcho.
Principal instituição museológica da Região Sul deste estado, o Museu Dom Diogo, antiga Santa Casa, representa um marco no desenvolvimento cultural regional e certamente estimulará outras iniciativas da mesma grandeza.
Esta região, tendo Bagé como pólo, é tratada como prioridade pelo Governo Lula. Exemplo disso é o processo de federalização da Universidade da Campanha - URCAMP, bem como as ações do Ministério do Meio Ambiente e do Ministério da Integração Nacional.
O Ministério da Cultura, com esta ação no dia de hoje, vem somar esforços do governo federal para o desenvolvimento da região.
Por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e o patrocínio da Petrobras entregamos hoje esta primeira etapa de revitalização do Museu Dom Diogo. Os próximos passos serão a construção de anexo e a modernização da exposição permanente, dando uma nova dinâmica cultural à cidade.
Esta não é uma ação isolada do Ministério da Cultura no Rio Grande do Sul. Ainda nesta semana, estamos entregando obras do Programa Monumenta em Pelotas e Porto Alegre.
Os investimentos do Sistema MinC no estado, nesta gestão, foram ampliados, chegando a cerca de 70 milhões em dois anos e 11 meses.
Especificamente na área de museu os editais do BNDES, Caixa Econômica Federal, Petrobras e do próprio MinC/Iphan, já financiaram mais de uma dezena de instituições do Rio Grande do Sul.
Aliás, o resultado do Edital de Modernização de Museus 2005/2006 do MinC/Iphan foi publicado na semana passada, com a aprovação de mais oito projetos deste estado.
Estamos, ainda, caminhando para a implantação do Museu do Pampa, em Santana do Livramento, e do Museu do Doce, em Pelotas.
E dentro da perspectiva de dar acesso à população brasileira aos acervos dos museus nacionais, tornando-os efetivamente nacionais, será inaugurada exposição com o acervo do Museu Nacional de Belas Artes, em Porto Alegre, no Museu Universitário da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Estas iniciativas mostram a preocupação do MinC com o patrimônio cultural brasileiro e particularmente com os museus, fortalecendo a política cultural para o setor.
Aqui estamos, no extremo sul do Brasil, a poucos quilômetros do Uruguai e da Argentina, mostrando o quanto é complexo, mas possível, articular ações que valorizem a diversidade cultural do país.
Um dos muitos significados da palavra Gaúcho é ‘homem livre’, e representa bem aqueles que viviam na campanhas platinas.
Estamos aqui em uma fronteira geopolítica, mas que, no ponto de vista cultural, tem pouco significado. Podemos dizer que os que aqui vivem são gaúchos, são brasileiros, mas são também da região do Pampa, como os argentinos e uruguaios.
É essa diversidade cultural brasileira que nos dá o significado do reconhecimento global de que cada sociedade, grupo social e indivíduo, tem um patrimônio cultural singular, que reflete um sistema de valores e um modo de viver próprio, a partir do qual se dá a sua identidade.
É o reconhecimento de que as identidades culturais existem no diálogo com as demais e dependem desse diálogo para sobreviver. É o reconhecimento de que a promoção da identidade e da diversidade cultural, do convívio tolerante entre sociedades, grupos sociais e indivíduos, seja vital para a democracia e está entre os deveres básicos dos governos.
E, finalmente, o reconhecimento de que a Cultura é uma das dimensões do desenvolvimento humano e o crescimento econômico e as trocas internacionais devem ser culturalmente e ambientalmente sustentáveis.
São essas as dimensões que dão à Cultura o sentido de liberdade.


Muito obrigado.


GILBERTO GIL


Esperamos que o de Jaguarão não seja só discurso, pois esse do Ministro em 2005, quase nada se concretizou.

A POLÊMICA DO MUSEU DO PAMPA

Amigos do Blog du Jaguar, recebemos muitos pedidos para ajudar no entendimento da polémica que se criou entre o Executivo e o Legislativo do município de Jaguarão.
O projeto do Museu do Pampa...
O fato é que os vereadores que pediram vistas, estão exercendo seus direitos, os vereadores do, PMDB e PTB do município de Jaguarão não são contra o desenvolvimento nem contra uma obra que com certeza deverá, “se concluída”, beneficiar em muito a nossa fronteira, o que os vereadores de Jaguarão querem é saber se o executivo após pagar o projeto no valor de R$ 100.000,00 terá a garantia de repasse por parte do governo, para realizar a referida obra.

A cidade de Jaguarão vive um momento difícil, com grandes dificuldades nas áreas da saúde, saneamento e emprego.
Por essa razão, é bom ter o máximo de cuidado com os recursos do município. A cidade tem prioridades e o que não se pode é entregar o puco que se tem para fazer um projeto sem as devidas garantias que o mesmo se transforme em realidade, caso contrario seria uma irresponsabilidade por parte dos vereadores.
Existem vários exemplos em jaguarão, o projeto da construção da segunda ponte que nunca saiu, a energia eólica que nunca saiu e outros tantos projetos que só ficaram no papel, ambos noticiados pelo mídia da região
todos querem muito que esse projeto da Enfermaria seja concluído, mas não podemos tirar a razão dos vereadores em buscarem maiores informações, a fim de preservar e bem usar os impostos dos contribuintes, que clamam por melhorias na saúde e outras áreas de extrema urgência e prioridade.
Sendo assim temos que defender aqueles que preservam o bom uso do dinheiro público.
o que os vereadores querem é a transparência do referido projeto, e se o mesmo tiver a garantia de sua execução (obra) com certeza o executivo terá o apoio de todo o legislativo.
Cautela sempre é bom e cabe lembrar que se o Legislativo se omitir de fiscalizar e fazer uso de maneira irresponsável do dinheiro público, com certeza será cobrado e penalizado pelo MP e pela população.

Temos certeza que os dois poderes do município de Jaguarão terão como prioridade o bem comum da comunidade e que a democracia com responsabilidade seja a saída desse impasse.

Melhor que abraçar a enfermaria, seria esclarecer para todos como se dará esse projeto e se após o pagamento de R$ 100.000,00 para alguém de fora da cidade, termos de fato a conclusão da obra da enfermaria.

Algumas dúvidas dos leitores:

*O Vereador Eduardo Zebu, quer saber do Executivo municipal se o R$100.000,00 é o valor total do custo do projeto ou se ainda o executivo terá que destinar mais recursos para o projeto, a boatos que o projeto seria muito mais de cem mil reais.

*O Arquiteto responsável pelo projeto é ou não funcionário do Ministério da Cultura, do programa Monumenta, caso seja não poderia trabalhar por fora, ou poderia...

*Quanto é o valor total da obra, ninguém falou, de onde vem o dinheiro...

*A questão do asfalto para chegar a té a ENFERMARIA, como fica, pois quando chove é praticamente inviável chegar na enfermaria...

* Os moradores do Bairro, continuaram sem esgoto, posto de saúde, como os Turistas vão visitar a enfermaria, com todo o lixo que tem espalhado pelas ruas que levam as ruínas, um projeto turístico deve ser um todo...


Abraços
Ana Candida