NINGUÉM ME CALA.

@Andei sabendo que já começaram a chamar o pessoal que foi aprovado no concurso da prefeitura,
Mas pra minha surpresa já estão fazendo politicagem neste concurso. Vejam só, teve uma pessoa que passou em primeiro lugar  no concurso da prefeitura de jaguarão, mas ele não é do partido do prefeito. Ficou mais feio ainda para o próprio prefeito que mandou chamar a partir do segundo colocado.
Agora pergunto pra vocês... será que é perseguição política?
                                                                                                  


@Fiquei sabendo por um cidadão de jaguarão que cortaram os telefones da prefeitura por falta de pagamento, vejam só onde chegamos, pelo que me lembro nunca na história da prefeitura tinha chegado a tal ponto. Será que já gastaram toda a verba destinada as despesas da prefeitura?



@O prefeito de jaguarão continua prometendo, prometendo e nada saiu do papel ainda, e ainda continua a promessa da segunda ponte, pelo que eu  lembro ele dizia que o Ex prefeito Vitor Hugo Rosa, fazia propaganda política  com a segunda ponte, mas por ironia do destino o próprio prefeito,  na época vereador, fala que não só sairá  a segunda ponte, mas como também sairá a reforma da ponte Internacional Mauá.
Essa eu quero estar vivo para ver, ou vai ser como a energia eólica que Até agora só vi o vento porque os cata não chegaram ainda.




Presidente do PSDB dá nota 5 ao governo de Dilma.

Tucano criticou contingenciamento de recursos e falta de diálogo no Congresso em encontro com governadores do partido em Minas.

 O presidente nacional do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra (PE), avaliou negativamente o governo da presidenta Dilma Rousseff (PT) ao chegar ao hotel Ouro Minas, na região nordeste de Belo Horizonte, onde acontece um encontro com os oito governadores tucanos. “Um glorioso 5”, respondeu Guerra ao ser questionado qual nota daria para a gestão Dilma durante os três primeiros meses de governo.

 O cacique tucano criticou o contingenciamento de recursos anunciado no início do governo, a volta da inflação e o mau momento econômico. Para o presidente do PSDB, o anúncio do contingenciamento “aumentou o poder e o arbítrio do governo para controlar o Congresso”. Guerra ainda reclamou que o governo age como um rolo compressor. Ele citou a falta de discussão na votação do salário mínimo.

 “Até agora, tudo que se deu foi um rolo compressor, negociação zero. O salário mínimo é um exemplo disso. Não houve conversa sobre o salário mínimo nem conosco, nem com sindicatos, nem com as forças sociais que inclusive a apoiaram. Ela definiu o padrão, fixou por cima de pau e pedra, como se diz por aí”, alfinetou o pernambucano.

 A composição dos ministérios de Dilma também foi alvo de crítica. Guerra disse que os nomes dos ministérios não atendem tecnicamente determinadas áreas de governo. “As medidas de mudança administrativa também são invisíveis. A gente não conhece. O que nós vemos é um ministério secreto, que ninguém conhece e com alguns nomes que não têm nada a ver com tarefas para as quais foram indicados. O ministério da Dilma é muito fraco”, disparou, emendando que José Serra, presidenciável tucano derrotado, havia alertado durante a campanha sobre o perigo do retorno da inflação. “A inflação está voltando como foi dito na campanha. Serra disse com clareza. A questão do câmbio não foi resolvida, a economia não vai bem. Ela (Dilma) está falando e a gente espera ação”, completou.

EXTRA! A REPORTAGEM QUE TRAZ O RELATÓRIO FINAL DA PF SOBRE O MENSALÃO. REVELAÇÕES SÃO DEVASTASDORAS!

A revista Época obteve o relatório final da Polícia Federal sobre o caso do mensalão. O calhamaço revela que o dinheiro usado por Marcos Valério veio dos cofres públicos e traz novas provas e acusações contra dezenas de políticos. A extensa, minuciosa e devastadora reportagem é do jornalista Diego Escosteguy, ex-repórter especial da revista Veja, com a participação de Mariana Sanches, Murilo Ramos, Humberto Junior, Danilo Thomaz, Marcelo Rocha, Andrei Meireles e Leonel Rocha.
Trancrevo os parágrafos iniciais com link para leitura completa. A coisa agora vai direto para o STF e parece que o caldo engrossa e se derrama sobre o Poder Central da República alcançando, inclusive, um Doutor Honoris Causa.
A reportagem vem a pública na edição de Época que foi às bancas neste sábado, justamente quando o PSDB reúne a tucanada em Minas Gerais para encontrar uma fórmula que evite a extinção do partido, atualmente com as entranhas minadas pela acidez de uma luta intestina.
Se os tucanos estavam lastimando a falta de uma bandeira para articular a oposição, eis aí um prato cheio, não é mesmo? Leiam:
Era uma vez, numa terra não tão distante, um governo que resolveu botar o Congresso no bolso. Para levar a cabo a operação, recorreu à varinha de condão de um lobista muito especial, que detinha os contatos, os meios e o capital inicial para fazer o serviço. Em contrapartida, o lobista ganharia contratos nesse mesmo governo, de modo a cobrir as despesas necessárias à compra. Ganharia também acesso irrestrito aos poderosos gabinetes de seu cliente, de maneira a abrir novas perspectivas de negócios. Fechou-se o acordo – e assim se fez: o lobista distribuiu ao menos R$ 55 milhões a dezenas de parlamentares da base aliada do governo. O governo reinou feliz para sempre.
Mas somente por dois anos. Há seis anos, em junho de 2005, pela voz do vilão e ex-deputado Roberto Jefferson, a fantástica história do maior escândalo de corrupção já descoberto no país, conhecido como mensalão, veio a público. O governo quase ruiu. Seu líder, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disse que “devia desculpas” ao país. Os dirigentes do PT, o partido responsável pelo negócio com o lobista, caíram um após o outro, abalroados pelas evidências de que, não, aquela não era uma história de ficção: era tudo verdade.
Sobrevieram as investigações de uma CPI (a última que chegou a funcionar efetivamente no país) e a enfática denúncia do procurador-geral da República, que qualificou o grupo como uma “organização criminosa”, liderada pelo primeiro-ministro informal desse governo, o petista José Dirceu. A realidade dos fatos abateu-se sobre as lideranças do partido. Tarso Genro, um deles, falou em refundar o partido. Lula pediu desculpas mais uma vez. O então deputado José Eduardo Cardozo reconheceu que houve mensalão, e que era preciso admitir os fatos.
Parecia que haveria um saudável processo de depuração ética em Brasília. Parecia. Os anos passaram, e a memória dos fatos esvaiu-se lentamente, carregada pelo esforço dos mesmos líderes petistas de reconfigurar o que acontecera através das lentes da má ficção. Dirceu começou a declarar que não houve compra de votos. Petistas disseram que o esquema não fazia sentido, uma vez que, como eram governistas, não precisariam receber dinheiro para votar com o governo – esquecendo que o valerioduto também contemplava o pagamento de campanhas políticas com dinheiro sujo. Delúbio Soares, o tesoureiro que coordenou os pagamentos, disse que tudo se tornaria piada de salão. Agora, obteve apoio para voltar ao partido, de onde fora expulso quando era conveniente a seus colegas. Por fim, quando estava prestes a terminar seu mandato, Lula avisou aos petistas: “O mensalão foi uma farsa. Vamos provar isso”. 
(...)
A investigação da PF dissolve essas incertezas – e faz isso com muitas, muitas provas. A resposta às duas primeiras perguntas é sim, sem dúvida. A resposta à terceira? Nenhum. Não há mais argumentos falaciosos, teses descabidas ou teorias conspiratórias que permitam ignorar os fatos colhidos pela PF. Derrubam-se, assim, os mitos que setores do PT, sobretudo sob a liderança moral e simbólica do presidente Lula, tentaram impor à opinião pública. O mensalão não foi uma farsa. Não foi uma ficção. Não foi “algo feito sistematicamente no Brasil”, como chegou a dizer o ex-presidente. O mensalão, como já demonstravam as investigações da CPI dos Correios e do Ministério Público e agora se confirma cabalmente com o relatório da PF, consiste no mais amplo (cinco partidos, dezenas de parlamentares), mais complexo (centenas de contas bancárias, uso de doleiros, laranjas) e mais grave (compra maciça de apoio político no Congresso) esquema de corrupção já descoberto no país. O significado político e, sobretudo, simbólico do fim desse debate é enorme – e pode alterar os rumos do processo do mensalão no STF, que até o momento tendia para uma vagarosa morte jurídica.  Leia AQUI a reportagem completa!

Confirmada construção de mais uma plataforma para exploração de petróleo em Rio Grande

Rio Grande terá mais uma plataforma para exploração de petróleo, a P-58. O anúncio do investimento foi feito na manhã desta sexta-feira, pela Quip/SA, que já construiu a P-53 e está montando a P-63 e a P-65 no Porto de Rio Grande. A obra é da Queiroz Galvão, empresa acionista da Quip.

Esta plataforma era disputada por outros portos, mas acabou se confirmando a opção pelo sul do Estado. O casco da P-58, vindo de Cingapura, é aguardado para outubro deste ano e ficará na parte sul do Porto Novo de Rio Grande. A expectativa é de que a P-58 gere 1,3 mil empregos. O valor do investimento ainda não foi divulgado.

Últimas Notícias!!!

— Presa quadrilha que usava crianças para vender drogas na Região Metropolitana.

— Ministério Público e a Brigada Militar realizam operação contra o jogo do bicho e caça-níqueis em São Leopoldo.

— Hospital Universitário da Ulbra, em Canoas, abre hoje 70 novos leitos para o SUS.

— Três empresas serão multadas pelo acidente com caminhão que transportava carga tóxica na BR-101, em Osório.

— Deputado Tiririca empregou dois humoristas com vencimentos, que somados aos benefícios, são de até R$ 8 mil.

— Acidente com morte no noroeste do Estado.

— Justiça determinou interdição da Penitenciária Modulada de Osório.

— Governo federal vai adiar pela segunda vez o leilão do trem-bala.

— Confirmada morte de dois gaúchos no acidente com ônibus que saiu de Porto Alegre no Mato Grosso do Sul.

— Bancos sugerem mudanças no limite de financiamento do crédito rural este ano.

— Choveu pouco mais de 50 milímetros nesta madrugada em Caçapava do Sul.

— Van com mercadorias contrabandeadas do Paraguai foi interceptada pela na BR-101, em São Pedro de Alcântara.

— Preso no Rio de Janeiro homem suspeito de 100 assassinatos.

— Dez pessoas foram presas nesta manhã numa operação da polícia de Cachoeirinha contra traficantes de drogas.

— Desmontado esquema de venda de drogas por telefone comandado por preso do regime aberto em Gravataí.

Preso acusado de homicídio em Herval

Os agentes da Delegacia de Polícia (DP) encaminharam para o Presídio de Jaguarão o homem condenado a nove anos de prisão pela morte de sua esposa. O assassinato ocorreu há dois anos no interior da cidade. No dia do crime o acusado, conhecido como Pelé, estava embriagado e disparou contra a cabeça da companheira. O casal tinha oito filhos. 
 
De acordo com o delegado Ramiro Peres, Pelé não ofereceu resistência e já aparentava remorso pela morte da mulher. Peres ainda relatou que antes do homicídio o condenado apresentava comportamento violento, inclusive entre seus antecedentes estavam agressões à companheira. No entanto, após o homicídio mostrava-se mais pacato. Os oito filhos ficarão aos cuidados dos avós. Todos os envolvidos moram no Assentamento Nova.